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O fim dos programadores

Inteligência artificial escrevendo código, demissões em massa nas big techs e um mercado que está mudando mais rápido do que muita gente imagina.

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Miguel Lannes Fernandes
jan 13, 2026
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Fala aí, belesma?

Inteligência artificial escrevendo código, demissões em massa nas big techs e um mercado que está mudando mais rápido do que muita gente imagina.

Enquanto tem gente que repete “aprende a programar que tá feito”, uma transformação profunda acontece nos bastidores: máquinas escrevendo, testando e mantendo sistemas inteiros, pessoas sem saber programar criando aplicativos em linguagem natural e empresas reduzindo drasticamente seus times de desenvolvimento.

Tudo isso está acontecendo agora.

Mas antes de entrar no conteúdo principal, deixa eu te mostrar uma ferramenta que conversa diretamente com esse novo momento onde IA deixa de ser tendência e vira vantagem competitiva real.

Sabe aquela sensação de gastar horas tentando criar um post, pensar na legenda, no design e no final sentir que perdeu um tempo precioso do seu dia?

Se você já quis ter um assistente que fizesse esse trabalho pesado por você em segundos, presta atenção.

Conheci a Weero, uma plataforma que usa inteligência artificial para automatizar de verdade o marketing de conteúdo. Ela gera as imagens, escreve as legendas e ainda publica tudo direto nas suas redes sociais.

Em poucos minutos você cria campanhas completas sem precisar entender de design, copy ou edição. É IA trabalhando no operacional para você focar no estratégico.

Eu testei a ferramenta e consegui uma condição especial pra você.
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Se quiser conhecer, é só tocar aqui para acessar a Weero.

E se quiser continuar pegando ideias práticas todos os dias, acompanha o Instagram da Weero. Eles mostram na prática como usar IA para criar conteúdo, compartilham ganchos de posts, sacadas de marketing e bastidores que não aparecem em lugar nenhum.


Como de costume, trouxe aqui a versão em vídeo dessa newsletter.

Para assistir na íntegra, basta clicar no link abaixo:

Durante anos, ser programador foi considerado o melhor emprego do mundo. Salários altos, trabalho remoto, flexibilidade total e status. Em qualquer roda de conversa alguém dizia: aprende a programar que tá feito.

Parecia um sonho.

Durante muito tempo, software developer liderou rankings de melhores profissões. Era o topo da pirâmide. Em 2019, existiam cerca de 1,5 milhão de programadores apenas nos Estados Unidos, com projeção de crescimento acelerado por mais de uma década.

Quem entrou nesse mercado acreditou que tinha emprego garantido por muitos anos.

Só que ninguém contava com o fator que mudou todas as regras.

Inteligência artificial escrevendo código

No começo, as ferramentas de IA eram apenas assistentes. Um autocomplete aqui, uma sugestão ali. Parecia inofensivo.

Hoje, elas escrevem funções completas, geram sistemas inteiros, testam código, corrigem bugs e mantêm aplicações rodando. Sem reclamar, sem férias e muito mais barato.

As empresas entenderam rápido. Parte relevante do desenvolvimento já está sendo automatizada. E muitas empresas que nem são de tecnologia planejam substituir parte dos seus times de desenvolvimento nos próximos anos.

Menos gente.
Mais máquina.

Demissões em massa não são coincidência

De 2023 pra cá, o número de vagas não cresceu. Ele encolheu.

Mais de 110 mil programadores foram demitidos globalmente. Microsoft, Meta, Google, Amazon, Salesforce. Todo mês uma nova rodada, sempre com o mesmo discurso: reestruturação, ganho de eficiência e foco estratégico em IA.

A tradução é simples. Automação avançando dentro do desenvolvimento de software.

Criar sistemas sem saber programar

Aqui entra a virada mais impactante.

Hoje, pessoas sem saber programar já estão criando aplicativos, jogos e sistemas complexos apenas usando linguagem natural. É literalmente dizer: IA, cria isso pra mim. E ela cria.

Isso muda completamente o valor de saber apenas programar.

Estamos vendo o fim dos programadores?

Não. A profissão não acaba. Ela se transforma e se afunila.

O que está morrendo não é o programador. É o programador apertador de tecla. Aquele que executa tarefas repetitivas, escreve código sem entender o problema de negócio e apenas implementa especificações prontas.

Esse perfil está em risco real. Porque isso a IA faz melhor, mais rápido e mais barato.

Mas surge outro tipo de profissional. O programador que entende arquitetura, sistemas complexos, orquestra IA e toma decisões estratégicas.

Menos código.
Mais pensamento.
Menos sintaxe.
Mais estratégia.

O afunilamento do mercado

Nas existe um detalhe que quase ninguém fala.

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